terça-feira, 7 de julho de 2015

fibromialgia em PT: A fibromialgia segundo o Dr. Kurland

fibromialgia em PT: A fibromialgia segundo o Dr. Kurland

terça-feira, 30 de junho de 2015

‎Seguidores de Chico Amor Xavier.




Mediunidade: apenas uma capacidade humana

A possibilidade de intercâmbio entre os seres espirituais, desprovidos do corpo físico e habitantes da pátria espiritual, e os seres encarnados em corpos de carne – que é o caso dos seres humanos habitantes do planeta –, por meio das variadas formas de comunicação e conhecida por mediunidade, é apenas uma capacidade humana. Não é privilégio, doença ou dom sobrenatural. Nada disso. Trata-se mesmo de capacidade humana, pois que não exclusiva do espírita, nem tampouco restrita às atividades orientadas pelo Espiritismo, que também não a inventou.

Todos somos mais ou menos médiuns, como afirmou o Codificador do Espiritismo, Allan Kardec, que publicou O Livro dos Médiuns, o maior tratado sobre mediunidade já publicado no planeta. Obra importantíssima no estudo e compreensão exata do tema, indispensável mesmo podemos acrescentar, foi lançada em 1861 e apresenta em sua página de rosto: Guia dos médiuns e dos evocadores, contendo o ensino especial dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o Mundo Invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os escolhos que se podem encontrar na prática do Espiritismo.

Notem os leitores que só a página de rosto já fornece material para muitos estudos e pesquisas. Até na compreensão das palavras, no estudo dos gêneros de manifestações, nesse processo de comunicação, na educação da faculdade e mesmo nas dificuldades próprias de sua prática. Afinal, são muito variáveis os níveis de percepção, entendimento e prática mediúnica, sempre como resultado das bagagens morais e intelectuais de cada médium. Cada médium percebe de uma forma, interpreta conforme a bagagem intelecto-moral própria que possui e o próprio fenômeno em si ainda sofre grande influência do meio, e principalmente decisiva influência moral de seu portador.

A importante obra tem seu primeiro capítulo com o instigante título Há Espíritos? e apresenta seus capítulos de forma didática que oferecem real entendimento dessa extraordinária faculdade humana, presente em todas as criaturas – embora em variáveis expressões de apresentação – e que constitui meio de comunicação que deve ser conhecido através do estudo, para ser respeitado devidamente.

Sugiro ao leitor folhear a obra, pesquisar seu índice, maravilhar-se com a clareza do Codificador e principalmente surpreender-se com temas tão atuais e repletos de ensinamentos que orientam. Identidade dos Espíritos, Perguntas que a eles se podem fazer, Influência do meio e moral do médium, Evocações, entre outros, estão nos temas apresentados pelo livro. E será muito oportuno refletir sobre o Papel do Médium nas Comunicações para entendimento correto da prática e vivência mediúnica.

O estudo e divulgação da obra evita e previne dos dissabores próprios oriundos do misticismo e do fanatismo, tão próprios daqueles que se iludem com os fenômenos, encarando supostas comunicações como detentoras de verdades absolutas, julgando-se escolhidos ou missionários e mesmo portadores de revelações bombásticas ou de capacidades que o mínimo de bom senso e lógica rejeitam.

E como a mentalidade humana está amadurecendo bastante, até pelas próprias experiências evolutivas do planeta – o que também desenvolve a sensibilidade – tornamo-nos todos mais acessíveis às influências mútuas que estabelecemos com outras mentes, que podem ser habitantes de outro plano, os espíritos. Conhecer o processo de sintonia, aprimorar o padrão moral, disciplinar as emoções e conhecer o assunto é, pois, investimento que resulta em equilíbrio e serenidade de uma capacidade intrínseca de nossa condição humana. E O Livro dos Médiuns aí está para orientar tudo isso.

TEMPO

Luar

sábado, 2 de maio de 2015

Iluminart Centro Terapias Naturais

AJUDAS NA REDUÇÃO DO STRESS


AJUDAS NA REDUÇÃO DO STRESS
1. Abraçar. O médico Paul Zak defende que um simples abraço pode ter efeitos profundos na diminuição do stress. Como? Faz o organismo liberar ocitocina, uma substância que permite o relaxamento, a confiança e a compaixão. Aconselha-se, pois, uma dose diária de, pelo menos, oito abraços por dia.
2. Respirar fundo. Quando sentir que está tenso faça este exercício simples de respiração: Sente-se na cadeira ou no chão, com as costas direitas. Inspire contando até 4, prenda a respiração e conte até 7. Depois expire lentamente, contando até 8. Repita o exercício durante 5 minutos.
3. Apreciar o momento. Puxe ao seu pensamento algo positivo durante 5 minutos. Lembre-se da técnica de Mindfulness (que pode aprender a fazer aqui). Pense em algo que está a planear fazer, como, por exemplo, uma viagem, um aniversário, uma festa, uma saída com amigos. Ou então, tenha uma conversa descontraída com alguém sobre coisas boas da vida. Se optar por comer, saboreia e aprecie.
4. Escreva um desabafo. A escrita é uma ótima ferramenta de meditação. Colocando no papel todos os sentimentos negativos, esvazia a alma e, por consequência, descomprime o corpo. E isto, sem juízos de valor de ninguém. Além de que, quando escrito, um problema parece perder valor.
5. Programar o dia para ser positivo. Trabalhar sem parar durante as oito horas laborais, acreditando que esse é o foco para realizar mais tarefas, é errado. Segundo a revista Forbes, está provado que quando se tem um período de concentração intensa durante 90 minutos, seguido de um pequeno período de descanso, é possível reduzir o stress acumulado e até ter uma sensação de "rejuvenescimento". Daí, que a melhor forma de ser produtivo é fazer pequenos intervalos durante o dia: por exemplo, 5 minutos a cada uma hora e meia para respirar, dar uma volta ao edifício ou à rua, escrever, ver um vídeo de humor no YouTube (rir liberta endorfinas), fazer alongamentos... tudo o que a imaginação positiva permitir.