sábado, 18 de julho de 2015

Francis Joseph



A maior aventura de um ser humano é viajar,
E a maior viagem que alguém pode empreender
É para dentro de si mesmo.
E o modo mais emocionante de realizá-la é ler um livro,
Pois um livro revela que a vida é o maior de todos os livros,
Mas é pouco útil para quem não souber ler nas entrelinhas
E descobrir o que as palavras não disseram...
Augusto Cury

BEIJOS DE LUZ AMOR E MAGIA

Francis Joseph




Se amar fosse fácil...

Se amar fosse fácil, não haveria tanta gente amando mal, nem tanta gente mal amada.
Se amar fosse fácil, não haveria tanta fome, nem tantas guerras, nem gente sem sobrenome.
Se amar fosse fácil, não haveria crianças nas ruas sem ter ninguém, nem haveria orfanatos, porque as famílias serenas adotariam mais filhos, nem filhos mal concebidos, nem esposas mal amadas, nem mixês, nem prostitutas.
E nunca ninguém negaria o que jurou num altar, nem haveria divórcio e nem desquite, jamais...
Se amar fosse tão fácil, não haveria assaltantes e as mulheres gestantes não tirariam seu feto, nem haveria assassinos, nem preços exorbitantes nem os que ganham demais, nem os que ganham de menos.
Se amar fosse tão fácil nem soldados haveria, pois ninguém agrediria, no máximo ajudariam no combate ao cão feroz.
Mas o amor é sentimento que depende de um 'eu quero', seguido de um 'eu espero'; e a vontade é rebelde, o homem, um egoísta que maximiza seu 'eu' por isso, o amor é difícil.
Jesus Cristo não brincava quando nos mandou amar.
E, quando morreu amando deu a suprema lição.
Não se ama por ser fácil,
ama-se porque é preciso!
Padre Zezinho

Francis Joseph




Um dia a gente aprende

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos, e que presentes não são promessas.

E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol queima se se expor por muito tempo.
E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam.
E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.

E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam. Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tiradas de você muito depressa, por isso sempre deve deixar as pessoas que ama com palavras amorosas, pois pode ser a última vez que as vê.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, e nós somos responsáveis por nós mesmos.

Começa a aprender que não deve se comparar aos outros, mas com o melhor que se pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser e que o tempo é curto.

Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo; mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.
Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a se levantar.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas, do que quantos aniversários você celebrou.

Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar a si mesmo.

Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.

Você aprende que realmente pode suportar porque realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!

Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar...

by William Shakespeare.

Francis Joseph

Francis Joseph



"E Jesus vendo a multidão subiu num monte, e sentando-se, aproximaram-se dele os discípulos.
E abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo:
Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus.
Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.
Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra.
Bem-aventurados os que tem fome e sede de Justiça, porque serão fartos.
Bem-aventurados os misericordiosos, porque encontrarão a Misericórdia.
Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a face e Deus.
Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.
Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da Justiça, porque deles é o Reino dos Céus.
Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem, perseguirem e mentirem, dizendo todo mal contra vós por minha causa.
Exultai e alegrai-vos, porque é grande vosso galardão nos céus, porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós."

terça-feira, 30 de junho de 2015

‎Seguidores de Chico Amor Xavier.




Mediunidade: apenas uma capacidade humana

A possibilidade de intercâmbio entre os seres espirituais, desprovidos do corpo físico e habitantes da pátria espiritual, e os seres encarnados em corpos de carne – que é o caso dos seres humanos habitantes do planeta –, por meio das variadas formas de comunicação e conhecida por mediunidade, é apenas uma capacidade humana. Não é privilégio, doença ou dom sobrenatural. Nada disso. Trata-se mesmo de capacidade humana, pois que não exclusiva do espírita, nem tampouco restrita às atividades orientadas pelo Espiritismo, que também não a inventou.

Todos somos mais ou menos médiuns, como afirmou o Codificador do Espiritismo, Allan Kardec, que publicou O Livro dos Médiuns, o maior tratado sobre mediunidade já publicado no planeta. Obra importantíssima no estudo e compreensão exata do tema, indispensável mesmo podemos acrescentar, foi lançada em 1861 e apresenta em sua página de rosto: Guia dos médiuns e dos evocadores, contendo o ensino especial dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o Mundo Invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os escolhos que se podem encontrar na prática do Espiritismo.

Notem os leitores que só a página de rosto já fornece material para muitos estudos e pesquisas. Até na compreensão das palavras, no estudo dos gêneros de manifestações, nesse processo de comunicação, na educação da faculdade e mesmo nas dificuldades próprias de sua prática. Afinal, são muito variáveis os níveis de percepção, entendimento e prática mediúnica, sempre como resultado das bagagens morais e intelectuais de cada médium. Cada médium percebe de uma forma, interpreta conforme a bagagem intelecto-moral própria que possui e o próprio fenômeno em si ainda sofre grande influência do meio, e principalmente decisiva influência moral de seu portador.

A importante obra tem seu primeiro capítulo com o instigante título Há Espíritos? e apresenta seus capítulos de forma didática que oferecem real entendimento dessa extraordinária faculdade humana, presente em todas as criaturas – embora em variáveis expressões de apresentação – e que constitui meio de comunicação que deve ser conhecido através do estudo, para ser respeitado devidamente.

Sugiro ao leitor folhear a obra, pesquisar seu índice, maravilhar-se com a clareza do Codificador e principalmente surpreender-se com temas tão atuais e repletos de ensinamentos que orientam. Identidade dos Espíritos, Perguntas que a eles se podem fazer, Influência do meio e moral do médium, Evocações, entre outros, estão nos temas apresentados pelo livro. E será muito oportuno refletir sobre o Papel do Médium nas Comunicações para entendimento correto da prática e vivência mediúnica.

O estudo e divulgação da obra evita e previne dos dissabores próprios oriundos do misticismo e do fanatismo, tão próprios daqueles que se iludem com os fenômenos, encarando supostas comunicações como detentoras de verdades absolutas, julgando-se escolhidos ou missionários e mesmo portadores de revelações bombásticas ou de capacidades que o mínimo de bom senso e lógica rejeitam.

E como a mentalidade humana está amadurecendo bastante, até pelas próprias experiências evolutivas do planeta – o que também desenvolve a sensibilidade – tornamo-nos todos mais acessíveis às influências mútuas que estabelecemos com outras mentes, que podem ser habitantes de outro plano, os espíritos. Conhecer o processo de sintonia, aprimorar o padrão moral, disciplinar as emoções e conhecer o assunto é, pois, investimento que resulta em equilíbrio e serenidade de uma capacidade intrínseca de nossa condição humana. E O Livro dos Médiuns aí está para orientar tudo isso.

TEMPO

Luar