
Recuso-me a percorrer as minhas distâncias pisando em caminhos sem ravinas e sem altitudes. Sou de precipícios, de voragens, de despenhadeiros e pélago. Meu maior desconforto advém do medo de me sentir aprisionada à insipidez previsível dos costumes. Quero sentir o gosto das surpresas em queda livre, sem pára-quedas, sem salva-vidas e sem medo de me afogar.
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