
Bandeira sem fronteira
Eu tenho presenciado um cotidiano bem farto de emoções, umas são adoráveis e outras detestáveis, mas a vida é assim mesmo. Hoje me dei conta que há uma civilização diferente neste momento ocupando o planeta e divida em três partes: há os destruidores do mundo, os acomodados e os salvadores do mundo. De repente corri para os livros de história da arte para confirmar o que eu já sabia, mas precisava determinar como óbvio: todas as civilizações fluíram exatamente assim! Então, o que há de diferente pressentido por minhas células há algum tempo?
Ora, essa é a face da humanidade pelas divergências e nossos discursos funcionam como ecos históricos não pela criatividade (o que certamente é nossa obrigação com tanta ferramenta nova), mas pela clara trajetória da vida – corremos sempre atrás do próprio rabo. O que me assombrou diante dessa pesquisa não foi essa repetição dos perfis, mas a ignorância repetida do objeto principal que a vida encerra: a felicidade. Porque nada, absolutamente, justifica a escolha do lado da história da vida que ocupamos se saírmos dela sem aprendermos o que é fundamental também: amar o “Todo” sobre todas as coisas.
Pelo menos nessa civilização eu dei o alerta ao meu coração e àqueles que convivem comigo, mas não é suficiente em virtude de tantos momentos insólitos. Urge uma ação eficaz e aos olhos dos céticos, um pouco enlouquecida, senão por gritarmos com risos e abraços e beijos e canções. Enfim, tudo que podemos usar para o hasteamento de uma bandeira sem fronteira, ainda que seja observada com estranheza por alguns (uma minoria eu espero), aquele símbolo representante de uma nação tremulará em todos os cantos do mundo para mudar nosso destino como civilização do futuro para sempre nos livros de história com a inscrição em todos os idiomas: ”Amor”!
Eu tenho presenciado um cotidiano bem farto de emoções, umas são adoráveis e outras detestáveis, mas a vida é assim mesmo. Hoje me dei conta que há uma civilização diferente neste momento ocupando o planeta e divida em três partes: há os destruidores do mundo, os acomodados e os salvadores do mundo. De repente corri para os livros de história da arte para confirmar o que eu já sabia, mas precisava determinar como óbvio: todas as civilizações fluíram exatamente assim! Então, o que há de diferente pressentido por minhas células há algum tempo?
Ora, essa é a face da humanidade pelas divergências e nossos discursos funcionam como ecos históricos não pela criatividade (o que certamente é nossa obrigação com tanta ferramenta nova), mas pela clara trajetória da vida – corremos sempre atrás do próprio rabo. O que me assombrou diante dessa pesquisa não foi essa repetição dos perfis, mas a ignorância repetida do objeto principal que a vida encerra: a felicidade. Porque nada, absolutamente, justifica a escolha do lado da história da vida que ocupamos se saírmos dela sem aprendermos o que é fundamental também: amar o “Todo” sobre todas as coisas.
Pelo menos nessa civilização eu dei o alerta ao meu coração e àqueles que convivem comigo, mas não é suficiente em virtude de tantos momentos insólitos. Urge uma ação eficaz e aos olhos dos céticos, um pouco enlouquecida, senão por gritarmos com risos e abraços e beijos e canções. Enfim, tudo que podemos usar para o hasteamento de uma bandeira sem fronteira, ainda que seja observada com estranheza por alguns (uma minoria eu espero), aquele símbolo representante de uma nação tremulará em todos os cantos do mundo para mudar nosso destino como civilização do futuro para sempre nos livros de história com a inscrição em todos os idiomas: ”Amor”!
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